Como tirar seu passaporte

O passaporte é o seu documento oficial de identificação no exterior. Para fazer o seu, é necessário imprimir o formulário ou preenchê-lo on-line no site da Polícia Federal, que é o órgão responsável pela emissão do documento. O requerimento também pode ser encontrado nas papelarias.

 

Os documentos necessários são:​

  • Original da Carteira de Identidade ou Certidão de Nascimento;

  • Original do Título de Eleitor (maiores de 18 anos) e comprovantes que votou nas 2 últimas eleições (ou declaração da Justiça Eleitoral que está quite com as obrigações eleitorais);

  • Certificado de Reservista (para homens de 18 a 45 anos);

  • Comprovante de pagamento da taxa em Reais, conforme tabela das receitas existente na própria guia GRU (Guia de Recolhimento da União);

  • Passaporte anterior, quando houver (válido ou não).

  • No caso de menor de 18 anos, é preciso uma autorização por escrito dos responsáveis – a autorização está disponível no site da Polícia Federal. A presença de um deles e do menor é indispensável.

Lembre-se que é importante providenciar seu passaporte com bastante antecedência, para que os trâmites burocráticos não atrapalhem a sua viagem. Se você já tem o seu, verifique o prazo de validade, pois ele pode expirar durante a viagem e com isso você pode enfrentar problemas.

A maioria dos consulados exige, para emissão do visto, passaporte com validade mínima de 6 meses após a viagem;


Caso seu passaporte esteja vencido, é necessário fazer outro e, para isso, é necessário que você leve todos os documentos novamente e ainda apresente o passaporte antigo para que esse seja cancelado. 

 

Documentos que podem ser requisitados aos Consulados
 

Saiba que documentos podem ser solicitados nos consulados brasileiros no exterior:

 1. Passaporte: é necessário apresentar o passaporte anterior; ou carteira de identidade (para homens, maiores de 18 anos e menores de 45 anos, documento militar); . duas fotos 5X7 com fundo claro e datada, não podendo ser do tipo instantânea e o pagamento dos emolumentos consulares (taxas). Caso o solicitante do Passaporte tenha menos de 18 anos, será necessária a documentação dos pais (identidades e certidão de nascimento e casamento), junto com a autorização para o menor tirar passaporte. Para os residentes no Brasil, deve ser apresentada a comprovação de estar em dia com a Justiça Eleitoral. 

2. Registro e Certidão de Nascimento: para fazer um registro e uma certidão de nascimento, é necessário apresentar o original da declaração do hospital ou maternidade, ou da certidão de nascimento estrangeira da criança e os documentos de identidade dos pais. A emissão deste documento é gratuita.

3. Registro e Certidão de Casamento: Para esse documento, é necessário apresentar a certidão estrangeira do registro de casamento; certidão de nascimento (ou cópia autenticada) e o pagamento dos emolumentos consulares (taxas).

4. Registro e Certidão de Óbito: é necessário apresentar o atestado de óbito expedido por hospital ou médico; documentos de identidade do falecido; certidão de óbito expedido pelo Registro Civil local.  

5. Procuração: para poder fazer uma procuração é necessário apresentar a carteira de Identidade e CIC (Cadastro de Identificação de Contribuinte) do outorgante (quem concede); dados civis do outorgado (quem recebe) e o pagamento dos emolumentos (taxas). Observação: somente brasileiros podem passar procuração por instrumento público. 

6. Certificado de Alistamento Militar: para isso, é necessário que o solicitante leve a sua Certidão de Nascimento original, mais 3 fotos 3X4.

7. Autenticação e legalização de documentos estrangeiros: é necessário levar o documento estrangeiro devidamente legalizado pelas autoridades locais e o comprovante de pagamento dos emolumentos (taxas).

8. Recebimento de declarações de imposto de renda e Cadastramento Eleitoral: Cabe aos Consulados receber declarações de Imposto de Renda para encaminhamento à Receita Federal, bem como proceder ao cadastramento eleitoral, em período determinado pelo Tribunal Superior Eleitoral.

(Fonte: Ministério das Relações Exteriores)


Saúde

Quais remédios devo levar?

Segundo especialistas de Medicina do Viajante, o kit básico de viagens é feito de remédios que você já toma (calcule com atenção a quantidade necessária, pois não vai ser possível comprá-los com receita brasileira no exterior); antitérmicos (para a febre); antiinflamatórios (para dores); antieméticos (para enjôos); remédios específicos para controlar crises de diarréia; pastilhas de cloro (para esterilizar a água). Se levar medicamentos de faixa preta, carregue junto um relatório médico, em inglês, justificando-os. Você poderá ter problemas de pressão, tentando se explicar junto ao serviço de imigração...

Existe doenças que sejam mais comuns entre viajantes?
Existem como por exemplo a diarréia. Fora de casa, é sempre pior, até porque o turista precisa de liberdade para curtir o seu roteiro - e o desarranjo intestinal vai limitar os movimentos. É quando surge o dilema: deve-se tomar remédios para deter o frenético trânsito intestinal? Use o bom senso: se der para segurar por conta própria, não tome nada, pois a diarréia, em geral, é limitada. Se a crise estiver inviabilizando a viagem, tome um remédio capaz de reduzir o fluxo - Imosec, por exemplo. Agora, o sinal de alerta começa a piscar quando a diarréia persistir por três dias e vier acompanhada de febre e sangue nas fezes. Nesse caso, você precisa (urgente!) de cuidados médicos.

Preciso fazer um seguro saúde para viajar?

É sempre prudente, especialmente se a viagem for para o exterior. Um tratamento de canal em um dentista de Montreal ou uma perna quebrada em Paris podem custar mais caro do que suas passagens aéreas. Há diversas alternativas no mercado. A maioria dos chamados seguro-viagem inclui apenas assistência médica e hospitalar. Mas também há os que chegam a oferecer tratamentos odontológicos e os que dão até uma verba para medicamentos. Fique atento para os tipos de seguro oferecidos pelas empresas - dependendo da categoria, você poderá ter um teto para o gasto. Seja qual for a escolha, há uma exclusão de praxe: nenhum plano de assistência médica temporária cobre problemas de saúde decorrentes de doenças preexistentes.

Meus pés incham em viagens prolongadas...
Quem tem problemas de circulação sofre dentro do ônibus ou avião em viagens prolongadas. O problema é do sistema circulatório. É que em uma viagem aérea ou rodoviária normalmente convida à imobilidade numa poltrona por muitas horas. E essa é a pior posição para quem tem problemas circulatórios, varizes ou deficiências renais. O líquido acumula nas pernas e o resultado é o edema. Em casos extremos, pode ocorrer a chamada trombose venosa, que causa muita dor e exige tratamento médico urgente. Conselho dos médicos: mesmo em aviões (e a sugestão vale para viagens terrestres também), procure andar a cada duas horas. Nos grandes jatos, com dois longos corredores, dá para fazer uma boa caminhada. Para mulheres grávidas, que ainda suportam sobre as pernas o peso da barriga, o risco de inchaço é maior.

Como combater o fuso horário?
Evitar o mal-estar causado pela diferença de fusos horários, é praticamente impossível, sobretudo quando se atravessa mais de quatro fusos. O pior é no sentido leste-oeste, isto é da Europa para o Brasil. Uma maneira de amainar os efeitos é, desde o dia da chegada, tentar seguir o horário da região visitada. Almoce na hora do almoço, mesmo que para você ainda esteja na hora do café da manhã. A única arma química eficiente conhecida é a melatonina - um hormônio sintético vendido sem receita médica, inclusive no exterior. Recorrer a esse remédio, porém, exige obediência a um ritual de horários. Tomemos por exemplo uma viagem de São Paulo para Paris, cidades que têm cinco horas de diferença entre si. Nesse caso, você deve engolir o primeiro comprimido no dia anterior à viagem e outro no dia do embarque, à mesma hora. Chegando a Paris, deve tomar um terceiro comprimido uma hora antes dos horários anteriores - mas pelo fuso brasileiro, ou seja, 23 horas depois. Repita a operação nos três dias seguintes, sempre antecipando uma hora em cada dia. Pronto: você conseguiu tirar as cinco horas de diferença. É o caminho mais curto, embora ainda impreciso, para trazer seu corpo para o país de visita. A dificuldade para dormir é muita? Aumente a dose de melatonina exatamente quando cair na cama. O sol também pode ajudar. Meia hora de sol sobre o rosto no momento de despertar, quando a diferença é de até cinco horas, e uma hora à tarde, quando o fuso é de seis, também funcionam como uma "corda" para o seu relógio biológico.

Existe algum repelente específico?
Só quem passou uma noite se estapeando para repelir o zumbido insistente desse bando sabe confirmar o seu poder de arruinar uma viagem - sem falar na capacidade de transmitir doenças. E não é qualquer repelente que é capaz de fazê-los bater em retirada. Dica: use aqueles à base de permetrina (Kwell, por exemplo). Se forem aplicados diretamente nas roupas, aumentam a proteção. Nas barracas de camping, telas impregnadas com essa substância também ajudam a manter mosquitos (e outras armas semelhantes de zumbir e picar) a quilômetros de distância. Já os produtos que contêm DEET, embora sejam potentes repelentes, não devem ser passados na pele sob exposição ao sol.


Vacina contra Febre Amarela


Quem viaja para o exterior deve conferir se seu destino é alvo de doenças ou epidemias, principalmente de febre amarela. Em muitos casos, é preciso apresentar um comprovante de imunização e tomar precauções para entrar no país. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 120 países exigem o certificado internacional de vacinação contra febre amarela de pessoas que vieram de áreas infectadas pela doença, incluindo quem mora no Brasil. Os passageiros que estiverem entrando no país e passarem por regiões de risco também devem apresentar o certificado. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão do Ministério da Saúde, também recomenda a vacinação contra febre amarela a pessoas que circulam por zonas endêmicas brasileiras como: Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.
A vacina é gratuita, tem validade de dez anos e deve ser tomada pelo menos dez dias antes do embarque, tempo que leva para fazer efeito.

O certificado internacional também é válido por dez anos, a partir de dez dias da primeira dose ou do dia da revacinação, e pode ser fornecido nos locais da aplicação, ou seja, postos do Ministério da Saúde ou agências da Vigilância Sanitária. Muitos aeroportos, portos e fronteiras têm postos de vacinação. Apenas de 2% a 5% das pessoas apresentam reações adversas, no período de 5 a 10 dias após a aplicação. Os efeitos mais comuns são dor de cabeça, dor muscular e febre baixa.

A vacina não deve ser tomada por grávidas, crianças com menos de seis meses, pessoas alérgicas a proteína de ovo, portadoras de imunodeficiência, contaminadas pelo vírus HIV ou que estejam usando medicamentos quimioterápicos ou a base de corticosteróides. Neste caso, o viajante deve ter um documento com os motivos médicos para que não seja vacinado. Também é aconselhável que as pessoas se imunizem contra gripe quando forem viajar durante o inverno, principalmente para o hemisfério norte.

 

Lista de países que exigem vacina contra a Febre Amarela:

  • Afeganistão

  • África do Sul

  • Albânia

  • Angola

  • Antígua e Barbuda

  • Antilhas Holandesas

  • Arábia Saudita

  • Argélia

  • Aruba

  • Austrália

  • Bahamas

  • Bahrein

  • Bangladesh

  • Barbados

  • Belize

  • Benim

  • Bolívia

  • Botswana

  • Brunei

  • Burkina Faso

  • Burundi

  • Butão

  • Cabo Verde

  • Camarões

  • Camboja

  • Cazaquistão

  • Chade

  • Chile (apenas Ilha de Páscoa)

  • China

  • Colômbia

  • Coreia do Norte

  • Costa do Marfim

  • Costa Rica

  • Cuba

  • Djibouti

  • Dominica

  • Egito

  • El Salvador

  • Equador

  • Eritreia

  • Etiópia

  • Fiji

  • Filipinas

  • Gabão

  • Gâmbia

  • Gana

  • Granada

  • Guadalupe

  • Guatemala

  • Guiana

  • Guiana Francesa

  • Guiné

  • Guiné Equatorial

  • Guiné-Bissau

  • Haiti

  • Honduras

  • Ilha do Natal

  • Ilha de Páscoa

  • Ilha Norfolk

  • Ilhas Salomão

  • Índia

  • Indonésia

  • Irã

  • Iraque

  • Jamaica

  • Jordânia

  • Kiribati

  • Laos

  • Lesoto

  • Libéria

  • Líbia

  • Lituânia

  • Madagáscar

  • Malásia

  • Malawi

  • Maldivas

  • Mali

  • Malta

  • Martinica

  • Maurícia

  • Mauritânia

  • Mayotte

  • Moçambique

  • Montserrat

  • Myanmar

  • Namíbia

  • Nauru

  • Nepal

  • Nicarágua

  • Níger

  • Nigéria

  • Niue

  • Nova Caledônia

  • Omã

  • Panamá

  • Paquistão

  • Paraguai (para pessoas provenientes dos estados: RJ, SP, ES e BA)

  • Pitcairn

  • Polinésia Francesa

  • Quênia

  • Quirguistão

  • República Centro-Africana

  • República Democrática do Congo

  • República Dominicana

  • República do Congo

  • Reunião

  • Ruanda

  • Samoa

  • Santa Helena

  • Santa Lúcia

  • São Bartolomeu, Ilha

  • São Cristóvão e Nevis

  • São Martinho, Ilha de

  • São Tomé e Príncipe

  • São Vicente e Granadinas

  • Senegal

  • Serra Leoa

  • Seychelles

  • Singapura

  • Somália

  • SriLanka

  • Suazilândia

  • Sudão

  • Suriname

  • Tailândia

  • Tanzânia

  • Timor-Leste

  • Togo

  • Trinidad e Tobago

  • Tristão da Cunha

  • Uganda

  • Venezuela

  • Vietname

  • Wallise Futuna

  • Zâmbia

  • Zimbabwe

Dicas de Viagem

Uma viagem sem surpresas...
 

Antes da Viagem
O passageiro deve registrar os bens fabricados no exterior que estiver levando na viagem (como câmeras e filmadoras), mesmo se forem usados ou comprados no Brasil, para garantir que não pagará impostos no retorno ao Brasil. Equipamentos com garantia no exterior que estão sendo levados para trocas ou consertos também devem ser registrados. Normalmente, o registro é feito no aeroporto de embarque, por meio da Declaração de Saída Temporária (DST).

Se o viajante estiver levando mais de R$ 10 mil, ou o equivalente em outra moeda, ele deve fazer a Declaração de Porte de Valores (DPV) e apresentar o comprovante de aquisição regular dos recursos em local autorizado pelo Banco Central a operar com câmbio.

 

(Fonte: Secretaria da Receita Federal, órgão do Ministério da Fazenda)

Dinheiro

Não leve muito dinheiro. Prefira cheques e principalmente cartões de crédito. Numa viagem internacional, dose com cuidado o dinheiro trocado em moeda estrangeira (lembre-se que na troca se perde dinheiro por causa do câmbio e comissões cobradas pelo banco). A moeda mais aceita é o dólar, sendo então, a melhor opção. Dê preferência para dinheiro trocado. Leve uma pequena parte em moeda local para algumas despesas de início, antes da troca de seus dólares no local de desembarque.

 

O mais seguro e recomendado são os cheques de viagem, pois, em caso de furto, podem ser cancelados com a apresentação da numeração dos mesmos e pelas taxas de câmbio pagas, que em geral são um pouco maiores que as oferecidas pelo papel moeda. Além disso mantenha em carteira alguns reais para despesas na partida e chegada e também os cartões de crédito que são aceitos em quase todos os lugares.

Dia de Viagem

  • Na hora da partida, chegue duas horas antes do horário previsto.

  • Faça o check-in o mais cedo possível, despachando suas malas.

  • Verifique o número do assento, se fica na janela ou corredor, na ala de fumantes ou não.

  • Evite fazer compras na partida para não acumular pacotes.

  • Use roupas confortáveis durante a viagem, evite comer e beber muito, prefira alimentos de fácil digestão.

  • Se a viagem for noturna, acorde cedo para evitar fila no banheiro.

  • Ao desembarcar, preocupe-se em localizar suas malas.

  • Em viagens internacionais, terá que passar pela polícia da imigração.

  • Se a viagem não inclui traslados até o hotel, veja as opções de transporte como táxi, ônibus, metrô ou trem, verificando preços e itinerário.

Excesso de Valor
Quando o valor dos produtos for maior que a cota de isenção, o viajante está sujeito ao pagamento do imposto de importação, que é de 50% sobre o valor da fatura ou nota da compra. Na falta ou inexatidão destes comprovantes, o valor de base para a cobrança do imposto será estabelecido pela autoridade da alfândega. Para ter seus bens liberados, o passageiro deve pagar o imposto através do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), em qualquer agência bancária ou caixas eletrônicos que tenham este serviço. Se não for possível fazer o pagamento na hora do desembarque, os produtos que precisam de imposto serão retidos pela alfândega e o proprietário ficará com um termo de retenção e guarda dos bens. A liberação só será feita com a apresentação do termo de retenção e do comprovante de pagamento.

 

(Fonte: Secretaria da Receita Federal, órgão do Ministério da Fazenda)

É proibido trazer

O viajante não pode trazer cigarros e bebidas fabricados no Brasil, de venda exclusiva no exterior, além de drogas e entorpecentes. Menores de 18 anos não podem ter bebidas alcoólicas, fumo, cigarros e semelhantes em sua bagagem. Estes produtos serão apreendidos pela alfândega e a pessoa ficará sujeita a representação fiscal para fins penais.

 

(Fonte: Secretaria da Receita Federal, órgão do Ministério da Fazenda)

Duty Free Shop

O viajante ainda tem direito de gastar até US$ 500 na duty free shop (loja franca ou livre de impostos) do aeroporto onde a bagagem será examinada pela alfândega, no desembarque. Se a compra for feita em loja franca do exterior ou de outro aeroporto brasileiro em que o passageiro não vá passar pela alfândega, os produtos não estão liberados do pagamento de impostos.

 

Existem algumas restrições de quantidade para alguns produtos:

  • 24 garrafas de bebidas alcoólicas e no máximo 12 do mesmo tipo; 

  • 20 maços de cigarros de fabricação estrangeira; 

  • 25 unidades de charutos ou cigarilhas; 

  • 250 g de fumo preparado para cachimbo;

  • 10 unidades de cosméticos; 

  • 3 relógios, brinquedos, jogos ou instrumentos elétricos ou eletrônicos.

 

(Fonte: Secretaria da Receita Federal, órgão do Ministério da Fazenda)

Impostos
O passageiro pode trazer produtos no valor de até US$ 500, ou o equivalente em outra moeda, em viagem aérea ou marítima e o equivalente a US$ 150 em viagem terrestre, fluvial ou lacustre, sem precisar pagar impostos.

O mesmo vale para menores de idade, acompanhados ou não. Esta cota de isenção só pode ser usada uma vez a cada 30 dias e é pessoal e intransferível. Nem pessoas da mesma família podem somar ou transferir suas cotas. Esta regra não se aplica a bagagens de tripulantes em serviço, diplomatas estrangeiros e de militares, transportadas em veículo militar. Além disso, o passageiro pode ter em sua bagagem, identificada com a etiqueta da companhia: roupas, produtos de higiene e beleza e calçados - para uso próprio e em quantidade de acordo com a duração da viagem - livros, folhetos e periódicos em papel.

 

As pessoas que passaram mais de um ano no exterior podem também trazer seus bens pessoais, domésticos e profissionais livres de impostos.

 

A bagagem despachada pelo correio ou como carga, ainda que venha no mesmo veículo que o passageiro, está sujeita a pagar imposto e não tem direito à cota de isenção. A exceção é o transporte de roupas, objetos pessoais usados, livros, folhetos e periódicos, que estão isentos de impostos.

 

(Fonte: Secretaria da Receita Federal, órgão do Ministério da Fazenda)
 

Sobre Cultura & Comportamento
O quê fazer e não fazer...

Assuntos polêmicos: religião, política ou piadas
Para não cometer gafes, evite assuntos polêmicos como política, religião e futebol e tome muito cuidado ao fazer piadas. O senso de humor varia entre os povos.

Canadenses não apreciam comparações entre seu país e os Estados Unidos. Sul-africanos já se cansaram de falar do apartheid. Russos não gostam de ser tratados pelo termo camarada (taváritch) e os alemães costumam levar muito a sério comentários como "a gente se fala" ou "passa lá no hotel".

No Japão, não fique elogiando muito! Os elogios costumam ser encarados como falsidade!


O cumprimento social
Esteja preparado tanto para ganhar um beijo na bochecha (ou até na boca!) de um marmanjo russo quanto uma cuspida no pé de um maori da Nova Zelândia. O universal aperto de mão vale para muitos países, mas você vai deixar uma boa impressão se adotar a saudação típica do lugar. Japoneses, chineses e coreanos curvam-se para a frente, intensificando a inclinação para demonstrar respeito. Indianos e tailandeses juntam as mãos em forma de prece, na altura do peito. Nos países islâmicos, utilize a mão direita para tocar o coração, a testa e acima da cabeça, nesta seqüência. Nos EUA, contenha-se. Não saia distribuindo beijos, prefira o aperto de mãos. Os latinos trocam abraços e tapinhas nas costas, mas os povos escandinavos são avessos a demonstrações efusivas. Se você ainda prefere o tradicional aperto de mão, nunca o faça com a outra no bolso, o que é visto como tremenda falta de educação em lugares como a Alemanha.

Hábitos culturais
Cuidado ao viajar para outros países! Conhecer a cultura do país de destino evita problemas.
Existem diversas peculiaridades entre as culturas mundiais. Informar-se e respeitar os costumes locais do seu destino turístico e a melhor maneira de evitar situações constrangedoras durante a viagem.

A seguir, um resumo sobre dicas de comportamento que poderá ajudá-lo:

 

  • Na Arábia Saudita, arrotar após as refeições é um sinal de boa educação e de que você ficou satisfeito.

  • Palitar os dentes após as refeições na Itália significa que gostou da comida, mas na França e em muitos outros países é um ato de extrema grosseria;

  • Caso você viaje ao Egito, deixe sempre deixe um pouco de comida no prato durante as refeições, mesmo que você esteja com muita fome. Isso simboliza abundância, fartura e elogio ao anfitrião;

  • Grande parte dos indianos e marroquinos tem o hábito de comer com as mãos.

  • Na Bélgica, come-se com o garfo na mão esquerda, mesmo quem não é canhoto. Já em países árabes, a mão esquerda é considerada impura pois é destinada a higiene pessoal. Portanto, não receba ou ofereça documentos e cartões de visita com esta mão;

  • Na Europa é um hábito comum dividir a mesa com estranhos;

  • A culinária na Mongólia é exótica, mas não se assuste: um exemplo é a carne de camelo cozida.

  • Na Finlândia, rena ensopada ou frita são pratos comuns.

  • Larvas, abelhas e grilos fritos são aperitivos na Tailândia.

  • Já em Taiwan e Hong Kong, um dos pratos principais é a cobra frita.

  • Um prato de sopa de cachorro na Coréia do Sul é considerado energético;

  • No Paquistão, homens e mulheres comem separadamente;

  • No Oriente Médio é proibido pelo Corão (livro sagrado), mulheres guiando automóveis. Também nunca mostre a sola dos sapatos ao cruzar as pernas, estará assim, insultando o seu anfitrião pois a sola é a parte mais baixa do corpo, portanto a mais suja. Por lá, é comum encontrar homens andando de mãos dadas como sinal de amizade e respeito entre eles;

  • Em muitos países da Ásia e Oriente Médio, ao visitar os templos religiosos, deve-se vestir roupas com mangas e compridas, em alguns tirar os sapatos. Sendo proibido tirar fotos no seu interior e tocar imagens e estátuas;

  • Na China, atos de assoar nariz na rua ou cuspir são sinais de higiene, significa que está tirando algo sujo de dentro do corpo. E deixar de beber todo o conteúdo do cálice num brinde é sinal de grave ofensa;

  • Nunca recuse um cálice de vodka na Rússia, ou qualquer tipo de bebida na Irlanda. Isso é imperdoável, considerado um gesto rude;

  • Nos Estados Unidos, no Japão e em vários países da Europa, dar tapinhas nas costas durante um cumprimento é falta de educação. Um aperto de mãos já é suficiente;

  • Mostrar a língua um para outras pessoas, em algumas tribos do Tibete, é um ato de cumprimento;

  • Na Índia, encarar as pessoas nas ruas, é considerado uma forma de humilhação. Por lá, a vaca é um animal sagrado, o trânsito é sempre desviado caso uma delas resolva deitar-se na rua;

  • Na Coréia do Sul, nunca converse com as mãos nos bolsos ou para trás. Isso é considerado um ato grosseiro;

  • Nunca presenteie um japonês com relógios, eles simbolizam a morte. Também nunca coloque um cartão de visitas, que acabou de receber, no bolso ou escreva sobre ele, isso é sinal de grosseria. Portanto ao recebê-lo, segure-o na mão;

  • Casais não devem se beijar em público, na Indonésia.

Cuidado com os sinais
O ser humano utiliza inúmeros gestos na hora de se comunicar. O choro, o sorriso, o abraço, fazem parte da comunicação diária. Mas muitos não possuem significa universal e é sempre bom ficar atento ao que eles significam.

 

  • O círculo feito com o polegar e o dedo indicador, que para no Brasil é um gesto obsceno, para os americanos significa o.k. Já no Japão, quer dizer dinheiro. Na França simplesmete "sem valor" e na Alemanha, equivale a chamar alguém de idiota;

  • Na Tailândia e Bulgária, os movimentos de sim e não feitos com a cabeça são invertidos.

  • Na Austrália, fazer o "V" da vitória ou o conhecido gesto positivo com a mão fechada e o polegar para cima quer dizer que você está mandando alguém para aquele lugar indevido!

  • Na Turquia, Romênia, Grécia e em alguns países latinos, a mão em figa tem conotação sexual, enquanto na Polônia, Rússia, Iugoslávia e Bulgária é uma resposta de cunho negativo.

  • O gesto usado para pedir carona vira um convite sexual na região da italiana Sardenha, na Turquia e na Grécia.

  • No Egito, esfregar os dois indicadores em movimentos paralelos é interpretado com segundas intenções.

  • Nos países árabes, mostrar a sola do sapato ao cruzar as pernas é grosseiro, pois esta é considerada a parte mais suja.

  • E quando estiver na Itália, cuidado! Não apalpe as frutas para ver se estão maduras, a menos que queira aprender uma série de palavrões.

Pontualidade

A mania de brasileira de achar que 15 minutos de atraso não é atraso não é nada bem vinda lá fora.

E não são só os ingleses que prezam pela pontualidade. Também os suíços, alemães, escandinavos e orientais em geral estão entre os povos mais pontuais do mundo. Em seus países os trens partem, por exemplo, em horários quebrados - como 9h37. E eles realmente partem neste horário.

Nos Estados Unidos, espera-se que, ao reservar uma mesa num restaurante, a pessoa chegue com cerca de quinze minutos de antecedência

Comportamento entre Homens & Mulheres

Vai viajar e está pensando em encontrar um amor no seu destino? 

 

Lembre-se que mesmo na hora de conquistar alguém as diferenças culturais podem interferir muito! 

 

Cada cultura tem determinados hábitos sociais e tradições. Há quem diga que, na Rússia, se um homem descasca uma banana e a oferece para uma mulher, significa que ele está interessado nela. 

 

Nos Estados Unidos, é cada vez mais comum para os casais de namorados dividir a conta. E lá, se uma menina decidir chamar um menino para sair, sem problemas. Já na Holanda, não é apropriado conversar com estranhos. Quem o fizer é porque está com segundas intenções. 

 

Nos países de religião muçulmana é que se deve prestar mais atenção. Por lá a liberdade feminina é bastante restrita. Muitas mulheres só podem sair à rua acompanhadas de outra mulher ou de um parente do sexo masculino. Elas também fazem as refeições em separado e não têm permissão para dirigir carros. E o mais importante: namorados só devem se tocar depois do casamento!

Fotografia

Quando for fazer uma foto, lembre-se de que nem todo mundo gosta de ser fotografado.

Mesmo no Brasil, há diversas superstições a respeito. Se quiser fazer o retrato de alguém, recomenda-se sempre pedir autorização. É educado e não arranca pedaço.

Vários museus e templos não permitem fotos internas ou com o uso do flash. Respeite essas regras e também não invada áreas restritas, pois a vergonha de ter a atenção chamada em público não compensa nem a mais linda foto.

As roupas que usamos

Nos países islâmicos, principalmente. Nos mais ortodoxos, as mulheres andam cobertas da cabeça aos pés, sem expor braços ou pernas. Os cabelos também ficam escondidos sob um véu, que só pode ser retirado diante do marido. Dos homens, espera-se que andem com camisas de mangas longas e calças compridas.

No período do Ramandan, esqueça as cores fortes, especialmente o vermelho.

Na Índia, a menos que queira ser mais fotografado do que o Taj Mahal, não use roupas justas e decotadas.

No Egito, só vista roxo se estiver de luto.

Na Europa, saiba que os minúsculos biquínis brasileiros causam furor. Ali, o topless é encarado com naturalidade - mas as tangas, decididamente não.

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